PROPOSTA DE LEI PREVÊ O FIM DA CÂMARA DE VEREADORES DE ITIQUIRA
Você já parou para pensar quanto custa o bom dia de um vereador para o seu bolso?
Um debate nacional está ganhando força e pode atingir em cheio o coração do poder em Itiquira. Uma proposta de lei, defendida pelo deputado federal Kim Kataguiri, do Partido Missão, propõe algo radical:
O fim das Câmaras de Vereadores em municípios com menos de 30 mil habitantes.
Onde Itiquira entra nessa história?
Com pouco mais de 12 mil habitantes, segundo dados do IBGE no Censo Demográfico de 2022, Itiquira seria uma das cidades afetadas.
Se essa lei passar, a estrutura da Câmara deixaria de existir. O objetivo é um só: economia real de dinheiro público.
O RAIO-X DO CUSTO: O QUE DAVA PARA FAZER COM ESSE DINHEIRO?
Hoje, manter a Câmara Municipal de Itiquira custa muito caro. Vamos aos números reais que saem do seu imposto:
Salário de cada vereador: Aproximadamente R$ 8.743,79 por mês, conforme informações do Portal da Transparência no Quadro de Pessoal de 2025.
A conta anual:
Somando tudo, a estrutura consome mais de R$ 2.500.000,00, ou seja, dois milhões e quinhentos mil reais por ano.
O que daria para fazer com os R$ 10 milhões gastos em um único mandato?
Comprar cerca de 20 ambulâncias novas e equipadas.
Construir pelo menos 5 quadras poliesportivas cobertas nos bairros e distritos.
Pavimentar dezenas de ruas que hoje convivem com a poeira e o barro.
SERVIÇO REAL OU OMISSÃO NO CASO DO RODEIO?
Um exemplo clássico da falta de impacto positivo da Câmara foi o recente cancelamento do rodeio da cidade.
Enquanto a população ficou sem a festa por causa da situação das contas públicas e de apontamentos do TAC, que é o Termo de Ajustamento de Conduta, onde estavam os vereadores?
Eles, que deveriam fiscalizar e alertar o Executivo sobre esses riscos antes do balde de água fria, preferiram o silêncio.
Aprovaram contas e fecharam os olhos para os problemas que acabaram tirando o lazer do povo. Se a função deles não é evitar que a cidade chegue a esse ponto, para que servem então? É para isso que pagamos quase R$ 9 mil de salário para cada um?
A ALTERNATIVA: CONSELHOS DISTRITAIS
A proposta de lei sugere que esse trabalho seja feito por Conselhos Distritais ou Comunitários. Como funciona? Cidadãos voluntários, que moram e conhecem a realidade de Ouro Branco do Sul e Itiquira, fiscalizam o prefeito e as contas públicas sem receber salário. O dinheiro que hoje sustenta a casa dos nobres iria direto para o que importa: saúde, educação e o retorno dos nossos eventos culturais.
E VOCÊ, O QUE ACHA?
Se a Câmara de Itiquira fechasse amanhã e o dinheiro fosse aplicado em ambulâncias e asfalto, você sentiria falta dos vereadores? Vale a pena manter essa estrutura caríssima ou está na hora de Itiquira adotar o trabalho voluntário e economizar milhões?
Um debate nacional está ganhando força e pode atingir em cheio o coração do poder em Itiquira. Uma proposta de lei, defendida pelo deputado federal Kim Kataguiri, do Partido Missão, propõe algo radical:
O fim das Câmaras de Vereadores em municípios com menos de 30 mil habitantes.
Onde Itiquira entra nessa história?
Com pouco mais de 12 mil habitantes, segundo dados do IBGE no Censo Demográfico de 2022, Itiquira seria uma das cidades afetadas.
Se essa lei passar, a estrutura da Câmara deixaria de existir. O objetivo é um só: economia real de dinheiro público.
O RAIO-X DO CUSTO: O QUE DAVA PARA FAZER COM ESSE DINHEIRO?
Hoje, manter a Câmara Municipal de Itiquira custa muito caro. Vamos aos números reais que saem do seu imposto:
Salário de cada vereador: Aproximadamente R$ 8.743,79 por mês, conforme informações do Portal da Transparência no Quadro de Pessoal de 2025.
A conta anual:
Somando tudo, a estrutura consome mais de R$ 2.500.000,00, ou seja, dois milhões e quinhentos mil reais por ano.
O que daria para fazer com os R$ 10 milhões gastos em um único mandato?
Comprar cerca de 20 ambulâncias novas e equipadas.
Construir pelo menos 5 quadras poliesportivas cobertas nos bairros e distritos.
Pavimentar dezenas de ruas que hoje convivem com a poeira e o barro.
SERVIÇO REAL OU OMISSÃO NO CASO DO RODEIO?
Um exemplo clássico da falta de impacto positivo da Câmara foi o recente cancelamento do rodeio da cidade.
Enquanto a população ficou sem a festa por causa da situação das contas públicas e de apontamentos do TAC, que é o Termo de Ajustamento de Conduta, onde estavam os vereadores?
Eles, que deveriam fiscalizar e alertar o Executivo sobre esses riscos antes do balde de água fria, preferiram o silêncio.
Aprovaram contas e fecharam os olhos para os problemas que acabaram tirando o lazer do povo. Se a função deles não é evitar que a cidade chegue a esse ponto, para que servem então? É para isso que pagamos quase R$ 9 mil de salário para cada um?
A ALTERNATIVA: CONSELHOS DISTRITAIS
A proposta de lei sugere que esse trabalho seja feito por Conselhos Distritais ou Comunitários. Como funciona? Cidadãos voluntários, que moram e conhecem a realidade de Ouro Branco do Sul e Itiquira, fiscalizam o prefeito e as contas públicas sem receber salário. O dinheiro que hoje sustenta a casa dos nobres iria direto para o que importa: saúde, educação e o retorno dos nossos eventos culturais.
E VOCÊ, O QUE ACHA?
Se a Câmara de Itiquira fechasse amanhã e o dinheiro fosse aplicado em ambulâncias e asfalto, você sentiria falta dos vereadores? Vale a pena manter essa estrutura caríssima ou está na hora de Itiquira adotar o trabalho voluntário e economizar milhões?