Gênesis-Banda Marcial;onde tudo começou
Em 2021, durante sua gestão como diretora, Leidiane Fernandes Couto percebeu uma necessidade em Ouro Branco do Sul: o distrito não tinha uma banda marcial própria para representar sua comunidade nos desfiles.
Naquele período, era preciso contar com a Banda Marcial de Itiquira. O grupo realizava o desfile pela manhã em Itiquira e, posteriormente, vinha para Ouro Branco do Sul, onde o desfile acontecia à tarde.
Leidiane enxergou que Ouro Branco do Sul precisava construir sua própria identidade.
O convite ao Maestro Paulo
Foi então que Leidiane tomou a iniciativa e convidou o Maestro Paulo de Oliveira para conduzir a criação da banda. Paulo aceitou o desafio e, juntos, deram início a um projeto que começaria pequeno, mas ganharia cada vez mais força.
Desde então, os ensaios realizados durante o mês de agosto passaram a fazer parte da preparação dos jovens para os desfiles.
Mais qualidade e protagonismo
Com a criação da banda, Ouro Branco do Sul passou a ter uma participação própria e mais estruturada nos desfiles.
A iniciativa trouxe qualidade, identidade e protagonismo para o distrito. O desfile, que antes dependia da programação de Itiquira, passou a ganhar uma dinâmica própria, inclusive com a realização pela manhã em Ouro Branco do Sul.
O que parecia apenas uma mudança na programação acabou representando algo muito maior: Ouro Branco do Sul começou a ocupar o seu próprio espaço.
De um pequeno começo a um grande projeto
Ao longo dos anos, aquilo que nasceu da percepção de uma diretora e da disposição de um maestro foi crescendo.
A Banda Marcial passou a proporcionar aos jovens contato com a música, disciplina, responsabilidade, concentração, coordenação e trabalho em equipe.
E também criou algo que não se mede apenas pelos instrumentos: pertencimento.
Um reforço para a educação
Hoje, a Banda Marcial se tornou um importante complemento para a formação dos jovens de Ouro Branco do Sul.
E esse trabalho também ultrapassa os ensaios. Leidiane, que atualmente é diretora da Escola Municipal Jorge Eduardo, continua proporcionando momentos de integração aos integrantes, como o dia especial realizado em um clube de Rondonópolis, reunindo os jovens para convivência, lazer e fortalecimento dos vínculos.
Um novo capítulo em 2026
Neste ano, a banda ganhou reforços importantes.
O Tenente Ítalo entrou para contribuir com disciplina, organização e formação dos jovens. A vereadora Ariane de Cinque também passou a abraçar a causa e trabalha para que a Banda Marcial se transforme em patrimônio de Ouro Branco do Sul.
A proposta é que a banda não fique restrita ao mês de agosto ou aos períodos de desfile.
Uma banda para o ano inteiro
O sonho agora é estruturar uma Banda Marcial permanente, com ensaios durante todo o ano, aulas de teoria musical e uma formação cada vez mais completa.
Assim, os jovens não apenas se preparam para um desfile: eles passam a ter um espaço permanente de aprendizado, cultura e desenvolvimento.
Uma tradição que vive
A história começou em 2021, quando Leidiane Fernandes Couto enxergou uma necessidade e convidou o Maestro Paulo de Oliveira para aceitar o desafio.
O que começou pequeno ganhou força, trouxe protagonismo para Ouro Branco do Sul e hoje se transforma em um dos grandes projetos de formação cultural e educacional da juventude do distrito.
Leidiane enxergou a necessidade. Paulo aceitou o desafio. Os jovens deram vida ao projeto.
E agora, com novos reforços, a luta é para que essa história continue crescendo e se transforme em patrimônio de Ouro Branco do Sul.
Uma tradição que vive. Um projeto que forma. Uma banda que representa Ouro Branco do Sul.