Eleições 2026: O Cenário da Disputa pelo Governo de Mato Grosso
Com a renúncia de Mauro Mendes do comando do Palácio Paiaguás em 31 de março de 2026 para viabilizar sua pré-candidatura ao Senado, o tabuleiro político de Mato Grosso passou por uma reconfiguração profunda.
A disputa pelo governo estadual agora coloca em evidência novos nomes e estratégias de grupos que buscam consolidar ou alterar o rumo da gestão mato-grossense.
Confira os quatro nomes que surgem como as forças políticas mais expressivas na corrida pelo governo:
1. Otaviano Pivetta (Republicanos)
Atual governador de Mato Grosso, Pivetta assumiu o cargo após a saída de Mauro Mendes. Sua candidatura é a aposta natural da base que sustenta o grupo político vencedor das últimas eleições. O seu principal discurso gira em torno da continuidade do projeto de reorganização fiscal e do intenso cronograma de obras e investimentos que marcaram o estado nos últimos anos. Como detentor da máquina, Pivetta trabalha para manter a coesão de seus aliados e solidificar sua presença nos municípios.
2. Wellington Fagundes (PL)
O senador Wellington Fagundes consolidou-se como o principal nome da oposição conservadora. Com o respaldo direto do Partido Liberal (PL) e o apoio estratégico de figuras de peso no cenário nacional — incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro —, ele se posiciona como a alternativa política ao atual governo. Sua campanha tem focado em pautas de direita e na crítica à continuidade do grupo que está no poder, buscando atrair o eleitorado que deseja uma mudança de perfil na gestão estadual.
3. Natasha Slhessarenko (PSD)
Representando o espectro progressista e de centro-esquerda, a médica e professora Natasha Slhessarenko é o nome articulado pela federação que conta com o apoio do ministro Carlos Fávaro. Sua pré-campanha tem se pautado pelo projeto Mato Grosso para Todos, percorrendo diversas regiões do estado. O discurso de Natasha foca em justiça social, eficiência no setor público e uma nova forma de governar, distanciando-se da polarização tradicional e buscando oferecer uma via alternativa para o eleitorado mato-grossense.
4. Jayme Campos (União Brasil)
Figura histórica da política mato-grossense, Jayme Campos permanece como uma das peças mais influentes do estado. Embora o seu nome seja constantemente ventilado para o governo, sua atuação recente no interior do estado tem sido marcada por críticas à gestão atual — especialmente na área da saúde — e por uma agenda regionalista forte. Independentemente de ser o cabeça de chapa, sua movimentação é estratégica; ele atua como um termômetro para a viabilidade de novas alianças e o seu peso político pode definir o sucesso ou a derrota de grupos majoritários na eleição de outubro.
Nota de Contexto:
Como estamos em período de pré-campanha, o cenário ainda é fluido. As alianças oficiais, nomes de vice e coligações definitivas só serão selados entre 20 de julho e 5 de agosto, durante o período das convenções partidárias. Para informações oficiais sobre o cronograma eleitoral, consulte o portal do TRE-MT.
A disputa pelo governo estadual agora coloca em evidência novos nomes e estratégias de grupos que buscam consolidar ou alterar o rumo da gestão mato-grossense.
Confira os quatro nomes que surgem como as forças políticas mais expressivas na corrida pelo governo:
1. Otaviano Pivetta (Republicanos)
Atual governador de Mato Grosso, Pivetta assumiu o cargo após a saída de Mauro Mendes. Sua candidatura é a aposta natural da base que sustenta o grupo político vencedor das últimas eleições. O seu principal discurso gira em torno da continuidade do projeto de reorganização fiscal e do intenso cronograma de obras e investimentos que marcaram o estado nos últimos anos. Como detentor da máquina, Pivetta trabalha para manter a coesão de seus aliados e solidificar sua presença nos municípios.
2. Wellington Fagundes (PL)
O senador Wellington Fagundes consolidou-se como o principal nome da oposição conservadora. Com o respaldo direto do Partido Liberal (PL) e o apoio estratégico de figuras de peso no cenário nacional — incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro —, ele se posiciona como a alternativa política ao atual governo. Sua campanha tem focado em pautas de direita e na crítica à continuidade do grupo que está no poder, buscando atrair o eleitorado que deseja uma mudança de perfil na gestão estadual.
3. Natasha Slhessarenko (PSD)
Representando o espectro progressista e de centro-esquerda, a médica e professora Natasha Slhessarenko é o nome articulado pela federação que conta com o apoio do ministro Carlos Fávaro. Sua pré-campanha tem se pautado pelo projeto Mato Grosso para Todos, percorrendo diversas regiões do estado. O discurso de Natasha foca em justiça social, eficiência no setor público e uma nova forma de governar, distanciando-se da polarização tradicional e buscando oferecer uma via alternativa para o eleitorado mato-grossense.
4. Jayme Campos (União Brasil)
Figura histórica da política mato-grossense, Jayme Campos permanece como uma das peças mais influentes do estado. Embora o seu nome seja constantemente ventilado para o governo, sua atuação recente no interior do estado tem sido marcada por críticas à gestão atual — especialmente na área da saúde — e por uma agenda regionalista forte. Independentemente de ser o cabeça de chapa, sua movimentação é estratégica; ele atua como um termômetro para a viabilidade de novas alianças e o seu peso político pode definir o sucesso ou a derrota de grupos majoritários na eleição de outubro.
Nota de Contexto:
Como estamos em período de pré-campanha, o cenário ainda é fluido. As alianças oficiais, nomes de vice e coligações definitivas só serão selados entre 20 de julho e 5 de agosto, durante o período das convenções partidárias. Para informações oficiais sobre o cronograma eleitoral, consulte o portal do TRE-MT.