BOMBA NO PLANALTO: Ricardo Lewandowski entrega carta de demissão ao Presidente Lula
BRASÍLIA – O cenário político nacional foi sacudido na manhã desta quinta-feira (8). O Ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, entregou oficialmente sua carta de demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A saída, que já vinha sendo especulada nos bastidores desde o início da semana, marca o primeiro grande desfalque no primeiro escalão do governo neste início de 2026.
Os Motivos da Saída
Segundo fontes ligadas ao Palácio do Planalto, a decisão de Lewandowski é de caráter pessoal. O ministro, que assumiu a pasta em fevereiro de 2024 após uma longa e vitoriosa carreira no Supremo Tribunal Federal (STF), alegou cansaço e o desejo de retornar à convivência familiar em São Paulo.
A saída ocorre em um momento simbólico, justamente na data que marca os três anos dos atos de 8 de janeiro, e em meio a discussões sobre a reestruturação da segurança pública no país.
O Legado e os Próximos Passos
Durante sua gestão, Lewandowski focou em projetos estratégicos como:
PEC da Segurança Pública: Sua principal bandeira, que visa integrar as forças policiais.
Combate ao Crime Organizado: Fortalecimento da inteligência da Polícia Federal.
PL Antifacção: Propostas de endurecimento contra grupos que atentam contra o Estado Democrático.
Quem assume?
Com a saída confirmada, o presidente Lula agora corre contra o tempo para definir o substituto. Ganha força nos bastidores o nome de Wellington César Lima e Silva, jurista e ex-ministro da Justiça no governo Dilma, que possui bom trânsito tanto no Executivo quanto no Judiciário.
Outra possibilidade ventilada é o desmembramento da pasta, criando um ministério exclusivo para a Segurança Pública.
Nota do Editor: A saída de Lewandowski deve acelerar uma reforma ministerial mais ampla planejada por Lula para os próximos meses, especialmente com a proximidade do calendário eleitoral.
Os Motivos da Saída
Segundo fontes ligadas ao Palácio do Planalto, a decisão de Lewandowski é de caráter pessoal. O ministro, que assumiu a pasta em fevereiro de 2024 após uma longa e vitoriosa carreira no Supremo Tribunal Federal (STF), alegou cansaço e o desejo de retornar à convivência familiar em São Paulo.
A saída ocorre em um momento simbólico, justamente na data que marca os três anos dos atos de 8 de janeiro, e em meio a discussões sobre a reestruturação da segurança pública no país.
O Legado e os Próximos Passos
Durante sua gestão, Lewandowski focou em projetos estratégicos como:
PEC da Segurança Pública: Sua principal bandeira, que visa integrar as forças policiais.
Combate ao Crime Organizado: Fortalecimento da inteligência da Polícia Federal.
PL Antifacção: Propostas de endurecimento contra grupos que atentam contra o Estado Democrático.
Quem assume?
Com a saída confirmada, o presidente Lula agora corre contra o tempo para definir o substituto. Ganha força nos bastidores o nome de Wellington César Lima e Silva, jurista e ex-ministro da Justiça no governo Dilma, que possui bom trânsito tanto no Executivo quanto no Judiciário.
Outra possibilidade ventilada é o desmembramento da pasta, criando um ministério exclusivo para a Segurança Pública.
Nota do Editor: A saída de Lewandowski deve acelerar uma reforma ministerial mais ampla planejada por Lula para os próximos meses, especialmente com a proximidade do calendário eleitoral.